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quarta-feira, 27 de abril de 2011

FEIRA DO LIVRO EM JABOATÃO

Por Thiago Pininga
Neste ano de 2011 surge no calendário pernambucano a I Festa Literária do Jaboatão dos Guararapes. Com a Fliporto (Festa Literária Internacional de Pernambuco) sendo realizada atualmente em Olinda e a Freeporto (Festa Literária do Recife) realizada no Recife Antigo, além do Festival Recifense de Literatura A Letra e a Voz, os jaboatonenses agora podem soltar seus fogos.
Alguns motivos me fazem estar feliz com a notícia. Em primeiro lugar, com o slogan da campanha – “Os caminhos da nova literatura passam por aqui” – me veio a nostalgia que não vivi quando, em meados da metade do século XX, surgiu o denominado Grupo de Jaboatão ou meninos de Jaboatão que viria a crescer em integrantes e se tornar a chamada Geração de 65.  Esta dispensa comentários sobre sua importância para a Literatura feita em Pernambuco e na formação de seus escritores. Por exemplo, a homenagem que será feita para o centenário de nascimento do pai do poeta Alberto Cunha Melo, o também poeta Benedito Cunha Melo, autor do “Hino de Jaboatão” e também, talvez mais conhecido da população, o “Hino do Padroeiro Santo Amaro” é extremamente justa. Contém o slogan uma grande verdade: Os caminhos da nova literatura passaram por ali. Se ainda passam só o tempo dirá. E a festa, se não der provas, pode ao menos indicar caminhos.
Em segundo lugar, merece Jaboatão uma festa desse tipo tanto pela estagnação político-administrativa de personagens folclóricas (que bem poderiam figurar em romances de realismo fantástico local) quanto ao atraso educativo, que tem na sua arquitetura histórica em quase ruínas, demonstração de abandono e esquecimento cultural de décadas.
Muito se discutiu a respeito da importância ou não de Festas Literárias, ou melhor, da dinâmica, dos pressupostos, das diretrizes. Ocorre que a I Festa Literária do Jaboatão dos Guararapes tem um diferencial. Não por ter uma dinâmica deferente das outras, por ser mais ou menos irreverente, e sim por seus componentes emocionais, nostálgicos. Muito mais: Quem sabe, refazendo este caminho, surgirão grandes e novos escritores junto com grandes e novos leitores?
A seguir, um depoimento de Alberto Cunha Melo:
“Entrei na revoada dos poetas por uma espécie de determinismo cultural. Meu pai, Benedito Cunha Melo, era algo como um decano dos poetas de Jaboatão-PE. Corriam para ele os candidatos a poeta, com seus sonetos imberbes. Ouvia, sem querer – e às vezes querendo – o velho a ler para os amigos na sala a obra de Cruz e Souza, sua maior admiração brasileira. Ouvia-o declamando sozinho, em voz alta, o “Navio Negreiro” de Castro Alves. Depois, no colégio, lá estava eu enturmado com colegas que gostavam de literatura. Fui, de certa forma, amamentado pela poesia, sugando esse leite envenenado pela angústia do infinito.”
(em entrevista ao jornal O Galo – Natal – RN – Janeiro/2000)
A Fliguara ocorre de 28-04 a 01-05 no Parque Histórico Nacional dos Guararapes (Área do Mirante Henrique Dias), localizado no bairro de Prazeres, próximo ao Aeroporto Internacional dos Guararapes.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

JOSÉ DA NATIVIDADE SALDANHA, UM POETA DE JABOATÃO

A FLIGUARA se aproxima e prometemos apresentar a cada dia, fragmentos de obras e poetas consagrados. Para hoje escolhemos a poesia de  NATIVIDADE SALDANHA. 

À SOMBRA DESTE CEDRO VENERANDO 
À sombra deste cedro venerando,
momentos mil gozaste encantadores…
Aqui mesmo, sentado entre os verdores,
te achou mil vezes Pedro suspirando…
Parece-me que estou ‘inda escutando
teus suspiros, teus ais e teus clamores…
Parece-me que a Fonte dos Amores
‘inda está de queixosa murmurando!…
Aqui viveu Inês!…E, reclinada
à borda desta fonte clara e pura,
foi – que horrível memória! – traspassada!
Mortais, gemei de mágoa e de ternura;
nesta rara beleza, não manchada,
foi culpa amor, foi crime a formosura…

José da NATIVIDADE SALDANHA nasceu em Santo Amaro do Jaboatão (PE) a 8 de Setembro de 1795 e morreu exilado em Bogotá, capital da Colômbia, em 30 de Março de 1830. Mestiço, era filho de padre e de mãe mulata. Formado em Direito (1823) pela universidade de Coimbra. Ainda estudante, publicou «Poesias dedicadas aos amigos e amantes do Brasil» (1822). Em 1824, condenado à morte por envolvimento na revolução pernambucana da Confederação do Equador, fugiu para os Estados Unidos da América do Norte e daí para França, Inglaterra, Venezuela e Colômbia, onde viveu precariamente de aulas particulares até se afogar numa vala, num dia de tempestade. Entretanto, publicara um «Discurso sobre a Tolerância» (Caracas, 1826). Mais do que um pre-romântico, foi um epígono retardatário do Arcadismo.
Soneto e Nota biobliográfica extraídos de A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. 
Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.


SONETO

Se no seio da pátria carinhosa,
Onde sempre é fagueira a sorte dura,
Inda lembras, e lembras com ternura,
Os meigos dias da união ditosa ;

Se entre os doces encantos de que goza
Teu peito divinal, tua alma pura
Suspiras por um triste e sem ventura,
Que vive em solidão cruel, penosa ;

Se lamentas com mágoa a minha sorte,
Recebe estes meus ais, oh minha amante,
Talvez núncios fiéis da minha morte.

E se mais nós não virmos, e eu distante
Sofrer da parca dura o férreo corte:
Amou-me, dize então, morreu constante.
 
SONETOS BRASILEIROS Século XVII – XX

Extraído de SONETOS BRASILEIROS Século XVII – XX. Colletanea organisada por Laudelino Freire.  Rio de Janeiro: F. Briguiet & Cie., 1913

AOS FILHOS DA PÁTRIA
Filhos da Pátria, jovens brasileiros
Que as bandeiras seguis do márcio nume
Lembrem-vos Guararapes, e esse cume,
Onde brilharam Dias e Negreiros!
Lembrem-vos esses golpes tão certeiros,
Que às mais cultas Nações deram ciúme,
Seu exemplo segui, segui seu lume,
Filhos da Pátria, jovens brasileiros.
Esses, que alvejam campos, níveos ossos,
Dando a vida por vós constante e forte,
Inda se prezam de chamar-se nossos.
Ao fiel cidadão prospera a sorte
Sejam iguais aos seus os feitos vossos
Imitais vossos pais até na morte.

Fonte:
Pernambuco, Terra da Poesia
Organizadores: Antônio Campos e Cláudia Cordeiro
Editora Escrituras - Recife 2005


sábado, 23 de abril de 2011

A LEITURA DO MUNDO PRECEDE A LEITURA DA PALAVRA

Resenha crítica baseada na obra de Paulo Freire, “A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam.”

Natanael Lima Jr*

A obra traça um painel onde demonstra que a prática da leitura do mundo e da palavra estimula o leitor a pensar e refletir a realidade nua e crua a sua volta. São três artigos que se completam: a importância do ato de ler; alfabetização de adultos e bibliotecas populares: uma introdução; o povo diz a sua palavra ou a alfabetização em São Tomé e Príncipe.


No primeiro artigo o autor mostra que a leitura do mundo precede a leitura da palavra e propõe um novo modelo de alfabetização alicerçado nas palavras que expressam os diversos saberes oriundos do conhecimento adquirido ao longo da vida.
No segundo artigo, o autor trata da alfabetização de adultos e de bibliotecas populares, conjugando os referidos assuntos a importância da prática da leitura e sua compreensão da realidade. Afirma o autor que não há como negar a natureza política do processo educativo e nem o caráter educativo do ato político, fazer política é também um ato educativo.
No último artigo, o autor relata sua experiência na área da alfabetização de adultos na República Democrática de São Tomé e Príncipe. Descreve seu esforço em implantar um modelo de alfabetização politizado a serviço da reconstrução do país.
A prática da leitura não corresponde apenas a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. A leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido de texto, não podendo transformar-se em uma simples decodificação de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos. Portanto, ressaltamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para compreensão da leitura, o qual pode inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume.
Segundo o escritor Leonardo Boff, cada pessoa lê com os olhos que tem e interpreta onde os pés pisam. Para compreender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma reeleitura.
A obra resenhada leva-nos a compreensão da prática democrática e crítica da leitura de mundo e da palavra, mostra-nos que a leitura não deve ser memorizada como um ato mecânico qualquer, ela deve ser desafiadora e que nos ajude a refletir e analisar a realidade que nos cerca.
Dessa forma, consideramos de fundamental importância a leitura da obra, no sentido de podermos rever nossa prática da leitura de mundo e começarmos a avaliar que, a importância do ato de ler, não está na compreensão equivocada de que ler é apenas devorar livros, sem realmente serem lidos e compreendidos. Trata-se, sem dúvida, de uma obra exemplar e esclarecedora sobre a importância da leitura para a conquista da autonomia e da liberdade em todos os sentidos e, principalmente, para a formação de cidadãos críticos e conscientes.
                                 
*Natanael Lima Jr professor, poeta, membro da Academia Cabense de Letras e da    Academia de Estudos Literários e Linguísticos de Anápolis – GO. Atualmente é Assessor de Relações Públicas da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes – PE.   natanaeljr12@hotmail.com   15 de abril de 2011

  


HOJE, APENAS FRAGMENTOS.

Percebo que a FLIGUARA é um mosaico que se materializa a partir dos FRAGMENTOS  poéticos.

RELAMPIANO
Lenine e Paulinho Moska

Tá relampiano
Cadê neném?
Tá vendendo drops
No sinal prá alguém
No sinal...
(...)
Mãe lavando roupa
Pai já foi embora
E o caçula chora
Prá se acostumar
Com a vida lá de fora
Do barraco...
(...)
Hai que endurecer
Um coração tão fraco
Prá vencer o mêdo
Do trovão
Sua vida aponta
A contramão..


PERDAS
Nildo Barbosa
Primavera de  2009  - para Adriana Lima

Vivemos momentos de grandes perdas...
Perda da segurança, quando tantas vidas são ceifadas...
Perda do compromisso, quando  programas sociais são interrompidos...
Perda dos laços, quando tantos lares são desfeitos...
Perda do companheirismo, quando tantos caminham na solidão...
Perda de caráter, quando desviam nosso olhar...
Perda da sensibilidade, com tantos corações endurecidos...
Perda da razão, quando tantos vagam sem rumo...
Perda do conhecimento, quando alguns mestres se vão...
Perda da ética, quando a intolerância invade os tribunais...
Perda de si mesmo, quando seu eu já não sabe mais quem é...
Perda dos valores, quando há crise na humanidade...
Perda dos amigos, quando não encontramos cumplicidade...
Perda da cultura, quando abandonamos nossos costumes...
Perda do saber, quando perdemos o poder da reflexão...
Perda no frevo, porque Nascimento se foi.

MANUEL BANDEIRA E A ARTE DE AMAR

Estamos na contagem regressiva para a FLIGUARA que começa de 28 de abril, com abertura oficial para às 17:00h com  a presença do Prefeito Elias Gomes, Secretária de desenvolvimento Social Mirtes Cordeiro, Secretário Executivo de Cultura e Eventos Ivan Lima Filho, Poetas, Escritores, Cordelistas, Cantadores, e demais autoridades. O momento em Jaboatão, é também da LETRAS

Biografia de Manuel Bandeira - Época: Modernismo (Primeira Geração)
Manuel Bandeira (Recife PE, 1884 - Rio de Janeiro RJ, 1968) teve publicado de seu primeiro poema, um soneto em alexandrinos, na primeira página do Correio da Manhã, em 1902, no Rio de Janeiro. Cursou Arquitetura, na Escola Politécnica, e Desenho de Ornato, no Liceu de Artes e Ofícios, entre 1903 e 1904; precisou abandonar os cursos, no entanto, devido à tuberculose. Nos anos seguintes, passou longos períodos em estações climáticas, no Brasil e na Europa. No sanatório de Clavadel (Suíça), onde esteve entre 1913 e 1914, travou amizade com Paul Éluard e tomou contato com a literatura de vanguarda francesa. Voltando ao Brasil, passou a viver no Rio de Janeiro, onde publicou A Cinza das Horas, em 1917. No mesmo ano, teve publicada sua primeira crônica, no periódico carioca Rio Jornal. Apoiou a Semana de Arte Moderna, em 1922; seu poema Os Sapos foi lido por Ronald de Carvalho, em uma das sessões do Teatro Municipal de São Paulo. Nas décadas seguintes, aliou à produção poética a colaboração em periódicos, Como cronista e crítico literário, e a tradução de mais de 30 obras. Lecionou no Colégio Pedro II, entre 1938 e 1943, e na Faculdade Nacional de Filosofia, entre 1943 e 1956. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 1940. Fazem parte de sua obra poética os livros Libertinagem (1930), Mafuá do Malungo (1948) e Estrela da Vida Inteira (1966), entre outros. Manuel Bandeira, cuja obra vincula-se à primeira geração do modernismo, é um dos maiores poetas brasileiros. Sua poesia, marcada pela experiência trágica da tuberculose, trata da morte, do amor e do cotidiano, em versos livres nos quais se destacam o humor, a melancolia, por vezes a amargura diante da vida. Como cronista, “foi um observador atento e lúcido dos fenômenos de uma época em que se desenvolveram tantos fatos notáveis para a história da Humanidade”, segundo o crítico Stephan Baciu.

ARTE DE AMAR

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Manuel Bandeira

sexta-feira, 22 de abril de 2011

FOMENTO E CULTURA: Ferreira Gullar – O grande poeta contemporâneo

FOMENTO E CULTURA: Ferreira Gullar – O grande poeta contemporâneo

Ferreira Gullar – O grande poeta contemporâneo

Na festa das letras, um pouco de quem encontrou na escrita o seu jeito de expressar a vida. FERREIRA GOULAR.


José Ribamar Ferreira nasceu em 10 de setembro de 1930, em São Luiz – Maranhão. Ainda menino já se destacava. No colégio chamou atenção dos professores quando fez uma redação para o Dia do Trabalho, dissertando quão confuso era este feriado, achando irônico ninguém trabalhar neste dia. Tirou a nota 9,5.
Ferreira Gullar
Marcou presença no teatro com várias peças, comoSe correr o bicho pega, se ficar o bicho come, texto encenado pelo então revolucionário Grupo Opinião (RJ).
Em 2002 ganha a indicação para o Prêmio Nobel de Literatura, indicado por professores do Brasil, Portugal e Estados Unidos.
Neste mesmo ano arrebanha outro, Príncipe Claus, prêmio oferecido pela Europa a escritores não europeus que contribuam para a cultura mundial. Sua história é muito mais rica de conteúdo sublime, mas só queremos lembrar deste poeta de todos os tempos. Um orgulho brasileiro.
Parabéns e parabéns Ferreira Gullar!

Não-Coisa

subverte a sintaxe
implode a fala, ousa
incutir na linguagem
densidade de coisa
sem permitir, porém,
que perca a transparência
já que a coisa ë fechada
à humana consciência.
O que o poeta faz
mais do que mencioná-la
é torná-la aparência
pura — e iluminá-la.
Toda coisa tem peso:
uma noite em seu centro.
O poema é uma coisa
que não tem nada dentro,
a não ser o ressoar
de uma imprecisa voz
que não quer se apagar
— essa voz somos nós.
Poema extraído dos Cadernos de Literatura Brasileira, editados pelo Instituto Moreira Salles — São Paulo, nº 6, setembro de 1998, pág. 77.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

FLIGUARA NO MIRANTE HENRQUE DIAS

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A FLIGUARA mesmo antes da sua abertura oficial, já movimenta grande parte de Técnicos, Poetas, Escritores, Cordelistas, Editoras e Executivos. Sabe por que?  Porque sua largada foi dada no dia 20 com as instalações dos pavilhões, standes e tendas. Tudo isso para marcar a Festas da Letras em nosso Município. Nosso parceiros estão em verdadeira ebulição. A Bagaço aliada a Andelivros  foram buscar as Editoras que irão participar do SALÃO YAPOATAN divulgando suas mais recentes publicações. A GAZETA NOSSA cuidou das peça publicitárias e a CIA DO LAZER cuidará dos espaços temáticos como: PERFIS onde acontecerão as oficinas de arte e cultura e JARDINS DOS GUARARAPES para contação de Histórias. Ninguém melhor do que esse "pessoal" para cuidar de um evento tão importante, que tem como um dos objetivos resgatar  o gosto pela leitura a partir dos estilos literários e das obras publicadas.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

1ª FLIGUARA - FEIRA LITERÁRIA DO JABOATÃO DOS GUARARAPES

O intercâmbio festivo entre as Letras é um dos objetivos da "1a. FEIRA LITERÁRIA DO JABOATÃO DOS GUARARAPES - FLIGUARA", que será realizada do próximo dia 28/abril até o dia 1o. de maio/2011. A "Feira Literária" tem identidade própria - homenageia o centenário de nascimento do poeta Benedito Cunha Melo, autor do Hino de Jaboatão. Promovida pela Secretaria Municipal de Defesa Social - SEDES / Secretaria Executiva de Cultura e Eventos - SEDE / Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes, a FLIGUARA 2011, durante 4 dias de Festa, viabilizará a participação do público local em encontros, atividades culturais, oficinas de arte e cultura, exposições de editoras, lançamentos de livros, mesas-redondas de escritores pernambucanos, contação de histórias, recitais poéticos e atividades interativas literárias. 

Afirmam os seus organizadores que "por entender que o município precisa fomentar a leitura com ações que levem a população e o público em geral a entender que a memória de um povo também se eterniza através dos livros", a FLIGUARA 2011 ocorrerá no Parque Histórico Nacional dos Guararapes (Área do Mirante Henrique Dias), localizado no bairro de Prazeres, próximo ao Aeroporto Internacional dos Guararapes (Recife, PE).